Bah, Mallet, ainda estou com foco embaçado devido às escolhas feitas. Emocionalmente eu já estava aí, mas na área racional a coisa complica. Após muito carburar e trocar idéias com os colegas veteranos, tive que confessar que seria um negócio ruim (financeiramente) para mim, apesar de eu considerar forte o fator proximidade contigo e com a egrégora gaúcha. Tão forte que eu cheguei a ficar alguns dias pensando com a atitude do “me endivido, mas me endivido feliz!”.
Típico de um louco apaixonado…
E a palavra é esta, endividado, porque seria uma alta conta com juros pe-sa-dos. Por outro lado, a palavra também é esta outra, felicidade, porque seria um sonho estar morando e trabalhando perto da turma portoalegrense e deste experiente docente que tenho em tão alta conta.
Tenho mais sentimentos do que palavras para dizer que adorei teu recado e a tua presença aqui.
E a expressão que eu escolho para finalizar é um clichê que vale ser lembrado: tudo é possível!
Oi Alexandre.
Pô, meu! Quer dizer que você não virá mais pra cá? Tô passado…

Vem aí, cara! Ou, pelo menos, manda notícias.
Abraços do
Mallet
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montagna Reply:
Abril 30th, 2010 at 23:03
Bah, Mallet, ainda estou com foco embaçado devido às escolhas feitas. Emocionalmente eu já estava aí, mas na área racional a coisa complica. Após muito carburar e trocar idéias com os colegas veteranos, tive que confessar que seria um negócio ruim (financeiramente) para mim, apesar de eu considerar forte o fator proximidade contigo e com a egrégora gaúcha. Tão forte que eu cheguei a ficar alguns dias pensando com a atitude do “me endivido, mas me endivido feliz!”.
Típico de um louco apaixonado…
E a palavra é esta, endividado, porque seria uma alta conta com juros pe-sa-dos. Por outro lado, a palavra também é esta outra, felicidade, porque seria um sonho estar morando e trabalhando perto da turma portoalegrense e deste experiente docente que tenho em tão alta conta.
Tenho mais sentimentos do que palavras para dizer que adorei teu recado e a tua presença aqui.
E a expressão que eu escolho para finalizar é um clichê que vale ser lembrado: tudo é possível!
Um abraço forte!
Alexandre Montagna
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